quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Promoção DIA DO CLIENTE, você em primeiro lugar 2016

PROMOÇÕES

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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Promoção 50% de Desconto no Segundo Passageiro ITA TRAVEL CARD







Promoção 50% de Desconto no Segundo Passageiro



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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Lista de 15 mitos e verdades sobre alfândega

A volta da viagem, especialmente se o seu destino de férias foi os Estados Unidos, sempre tem um momento de tensão – e não estamos falando de turbulências, malas perdidas ou mesmo daquele vidro de perfume que estourou dentro da sua bagagem, mas sim da passagem pela alfândega.
O que posso levar? O que não posso levar? Quanto tenho que pagar de taxa? E se eu não tiver dinheiro na hora? Presente também conta? Todas essas dúvidas passam pela cabeça até do viajante mais experiente. Por isso, reunimos abaixo alguns mitos e verdades sobre este órgão que controla a entrada e saída de mercadorias do país.

1. Mito: produtos de uso pessoal não entram na cota

Não basta alegar que tudo é de uso pessoal para escapar de pagar a tributação. De acordo com o site da Receita Federal, bens pessoais “são aqueles que o viajante possa necessitar para uso próprio, considerando as circunstâncias da viagem e a sua condição física, bem como os bens portáteis destinados a atividades profissionais a serem executadas durante a viagem”.
Isso significa que voltar de uma viagem de cinco dias com três computadores e dois celulares novinhos dentro da mala pode facilmente ser interpretado como mercadoria que vai além do uso pessoal. Por isso, não se pode levar essa alegação como uma regra.

2. Verdade: um celular, um relógio de pulso e uma câmera não entram na cota

Sim, é verdade. Você pode trazer um celular, uma câmera fotográfica e/ou de filme e um relógio de pulso, mas apenas um item de cada. Como já citamos acima, os fiscais da alfândega podem entender que você não precisa de cinco celulares e taxar os quatro produtos excedentes. Vale ressaltar que o ideal é que estes itens estejam em uso e fora da caixa, caracterizando de vez o uso pessoal.

3. Mito: produtos usados não são tributados

Infelizmente, produtos usados podem sim entrar na cota de US$ 500. Parece bizarro, mas aquele seu smartphone de 2013 comprado em outra viagem pode ser taxado se a alfândega assim decidir, mesmo que ela coloque um desconto no preço por conta da depreciação do item.
É pouco provável que isso aconteça, mas, ainda assim, possível. A Receita pode, inclusive, aplicar uma multa caso identifique que o produto não foi declarado na primeira vez que entrou no país. Aliás, não é mais possível declarar o produto ao sair do Brasil para garantir que não será taxado na volta, pois a Declaração de Saída Temporária de Bens acabou em 2010.
O melhor a fazer é sempre seguir a regra: declare seu eletrônico ao entrar no país (mesmo que o valor fique abaixo dos US$ 500) e guarde o documento de comprovação. Ao sair do Brasil com seu eletrônico, leve este documento com você e, assim, é possível garantir que o produto não será incluído novamente em sua cota.

4. Mito: livros não entram na cota

Este é outro mito que depende da interpretação do fiscal e do seu bom senso. Um exemplar de cada livro entra em bens de uso pessoal e aí realmente não pode ser taxado. No entanto, se você voltar com mais de um exemplar da mesma publicação poderá ter problemas, já que a Receita pode interpretar que são produtos para revenda.

5. Verdade: crianças tem direito à cota

A cota é de US$ 500 para cada viajante, independentemente da idade. Portanto, até mesmo uma criança recém-nascida tem direito a este limite de consumo. Pode trazer brinquedos à vontade!

6. Mito: presentes não entram na cota de US$ 500

Infelizmente, não é possível presentear a família toda sem se preocupar com o imposto sobre o excedente da cota. Os presentes são tratados como qualquer outro produto que você traz do exterior e, portanto, serão taxados se passarem do valor estipulado por viajante.

7. Verdade: enxoval de bebê também entra na cota

O enxoval do seu bebê, assim como no item anterior, será tratado como qualquer outro produto que você está trazendo, e o valor é somado à sua cota. O único fator que poderia amenizar isso é se o seu filho já nasceu e está viajando com você, pois aí os produtos entram como bem pessoal da criança e, portanto, ficam dentro da cota de US$ 500 dela. O problema disso é que, usualmente, compramos o enxoval antes do bebê nascer.

8. Mito: produtos declarados dispensam a revista da bagagem

Na verdade, uma coisa não implica na outra. O fato de declarar um produto pode até aumentar as chances de ter sua bagagem revistada, já que os fiscais vão querer saber o que mais você está trazendo dentro de sua bagagem.

9. Verdade: é bom levar a nota fiscal dos eletrônicos na viagem

Computadores, câmeras e até celulares: tudo isso pode ser inspecionado na sua volta ao país. Portanto, se você comprou o produto aqui no Brasil e está levando para usar durante a viagem, é recomendado que você leve consigo a nota fiscal para provar que não está entrando com um produto comprado no exterior. A Receita tem como saber se o produto foi adquirido aqui no país, é verdade, mas a nota fiscal pode tornar o processo de identificação muito mais ágil.

10. Mito: é possível juntar a cota de duas pessoas e comprar um produto que ultrapasse o valor de US$ 500

Não há como unir forças com amigos e familiares para fazer um gasto que ultrapasse o limite da cota. O valor é individual e intransferível. Portanto, se os seus produtos ultrapassarem o valor de US$ 500, você terá que pagar o tributo, que é de 50% do valor excedente.

11. Mito: roupas sem etiqueta não entram na cota

Este mito é mais um quesito que depende da interpretação do fiscal. Roupas entram na categoria de bem pessoal, mas devemos lembrar que os bens pessoais devem estar compatíveis com as “circunstâncias da viagem”. Isso significa que quatro malas de roupa voltando de uma semana fora podem levantar suspeitas nos fiscais da alfândega e, se eles acharem que não está de acordo com sua viagem, podem sim taxar os produtos, sejam eles sem etiqueta ou mesmo usados.

12. Verdade: bebidas alcoólicas não são taxadas

Para alegria geral, esta é uma verdade. Bebidas alcoólicas podem entrar no país sem problemas, desde que dentro do limite de 12 litros por pessoa. No entanto, convenhamos que é um valor bastante razoável, já que equivale a 16 garrafas de vinho.

13. Mito: produtos comprados em Duty Free não entram na cota

Nem todos os produtos comprados em lojas Duty Free estão isentos. Na realidade, apenas o que você comprar no desembarque no Brasil não entra na cota de viagem. Produtos comprados na hora do embarque aqui, que vão retornar Brasil, ou itens comprados no embarque no exterior vão entrar em sua cota na hora de passar pela alfândega, portanto, é bom ficar atento.

14. Mito: o valor da nota fiscal do produto será aceito

A nota fiscal do produto pode até ser apresentada, mas cabe à alfândega determinar o valor dos produtos. Sendo assim, o fiscal pode aceitar ou não o que está escrito no documento. Isso significa que produtos comprados com grandes descontos podem não ter o seu preço de compra levado em conta na hora de passar pela alfândega. No entanto, para negar o valor da nota, o fiscal precisará determinar o preço do produto usando outras fontes, como a internet, por exemplo.

15. Verdade: o imposto deve ser pago na hora

Infelizmente, não há como fugir do pagamento do imposto. Se você quer ir para casa com os produtos que estão sendo taxados, a tributação sobre o valor excedente da cota precisa ser paga no momento do desembarque. Se isso não ocorrer, os bens ficarão retidos até que você regularize a situação com a Receita Federal.
É claro que o ideal é sempre ficar dentro da cota, para não correr riscos e não acabar pagando mais do que deveria por um determinado produto. No entanto, esperamos que as dicas acima possam ter esclarecido algumas dúvidas e, assim, ajudar você a planejar sua próxima viagem.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Lançamento com desconto super especial de seguro viagem

A dica de hoje são os novos planos ITA Travel Card que estão com promoção de lançamento no mercado de seguro viagem com um ótimo desconto. Consideramos que vale a penas para você e sua família o custo/beneficio. Seguem os detalhes que apuramos para viagem internacional e nacional:


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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Entretenimento de bordo nos anos 1960

Aviação , "É proibido fumar nas dependências do avião". Não nos anos 1960 (Divulgação/Airline Ratings)
“É proibido fumar nas dependências do avião”. Não nos anos 1960 (Divulgação/Airline Ratings)
Wi-fi? Tomadas de recarga? Toneladas de filme e músicas exibidas em uma tela plana individual? Esqueça isso. O sistema de entretenimento de bordo de hoje, claro, não tem absolutamente nada a ver com o dos anos 1950 e 1960. Mas como era voar nessa época? Entendiante é a resposta mais errada.
Ainda que a primeira obra cinematográfica tenha sido exibida em 1921, o modelo só se tornou popular a partir da década de 1960. David Flexer, da Inflight Motion Pictures, introduziu o sistema de filmes de 16 milímetros para exibição em aeronaves da extinta TWA.
O site Airline Ratings vasculhou o arquivo de fotografias e relembra como os passageiros se divertiam há mais de 50 anos nos Estados Unidos. Twitter e Facebook? Nem pensar. Se hoje em dia a diversão se dá por conta de notebooks e celulares, no passado, o passatempo mais popular era a leitura de um bom livro ou de um jornal.
Refeições opulentas eram servidas para todas as classes, da executiva à econômica. Os viajantes que desembolsavam uns dólares a mais eram agraciados com canapés e drinques no bar. Após as refeições, os passageiros poderiam conversar com o piloto, que deixava o comando para o copiloto para andar pelos corredores e jogar papo fora.
Para os amantes de jogos, uma partida de xadrez era mais do que bem-vinda. Na econômica, pais e filhos se divertiam com damas. As horas poderiam parecer ser minutos, a não ser que a aeronave entrasse em área de turbulência e as peças saíssem do lugar.
O zelo pelo passageiro se dava de forma diferenciada. Se ele quisesse jogar cartas, a companhia aérea oferecia o material com fotos de aviões ou destinos que eles voaram. Os pequenos viajantes tinham atenção especial dos funcionários de cabine. Eles cuidavam das crianças e apresentavam detalhes da rota que o avião fazia.
Quer mais chá? Entre uma refeição e outra, o chá da tarde era servido com doces e bolos. E se desse aquela vontade de acender um cigarro dentro do avião? Naquela época era permitido, afinal, os Estados Unidos cultuavam o fumo como publicidade para jovens e adultos.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

A desvalorização do real não é um segredo para ninguém. Pesquisas já indicam há tempos que os destinos favoritos dos brasileiros em um 2015 de crise e câmbio alto serão os nacionais e os da América do Sul.

O problema é que nem sempre gostaríamos que nossos destinos turísticos fossem “arroz com feijão”. Cristo Redentor? Machu Picchu? Caminito? Todas essas atrações são ótimas, mas por que não fazer outros passeios nas nossas cidades vizinhas?

Para quem quer viajar neste final de ano e no início de 2016, esta lista, compilada pelo site Thrillist, separou os pontos turísticos mais interessantes de cada país América do Sul e que não são tão aclamados pelos sites de viagens como deveriam. No nossos site, www.seguroviagemideal.com.br, vocês pode cotar as melhores coberturas de proteção para os destinos a seguir:

1. Argentina – Montanha Fitz Roy, El Chaltén
O povoado mais jovem da Argentina, El Chaltén é a capital do trekking na Patagônia do país. A montanha Fitz Roy é uma das mais belas do mundo, e existem muitas maneiras de escalar para chegar ao topo. Os serviços do local incluem hotéis, restaurantes, agências de turismo, aluguel de cavalos, entre outros. Para sair de Caminito e ver paisagens sensacionais.

2. Brasil – Baía do Sancho, Fernando de Noronha
Esta praia do arquipélago de Fernando de Noronha aparece muito nos rankings como a melhor do mundo; mas não é tão explorada porque a UNESCO restringe o número de turistas que podem entrar nela por vez: ir à Baía do Sancho é um privilégio, mas não desista, pois vale a pena.

3. Bolívia – Laguna Colorada, Potosí
Este lago salgado fica no sudoeste do altiplano da Bolívia, perto da frinteiracom o Chile. A paisagem de águas vermelhas e ilhas brancas de sal é lar de flamingos e rende fotos maravilhosas.

4. Chile – observação de estrelas do deserto do Atacama, San Pedro de Atacama
O deserto do Atacama já é um lugar lindo para se visitar, mas a observação das estrelas é ainda mais interessante. O maior telescópio do mundo, chamado Very Large Telescope, ou VLT, se encontra lá.

5. Colômbia – Santuário Las Lajas, Nariño
Essa é para quem pensa que as igrejas mais impressionantes do mundo estão na Europa. Essa basílica de estilo gótico em Nariño é uma ótima pedida para quem se interessa por arquitetura e história. Ela foi construída dentro de um desfiladeiro verdejante no local onde dizem ter ocorrido um milagre envolvendo uma garota surda-muda.

6. Equador – Quilotoa, Pujilí Canton, Província de Cotopaxi
Dizem que este caldeirão vulcânico nos Andes não tem fundo. As águas são cristalinas e o azul é maravilhoso – uma paisagem de tirar o fôlego! Também vale a pena fazer uma viagem de carro nos arredores, onde há diversas comunidades indígenas locais.

7. Guiana – Reserva florestal Iwokrama
Você gosta de pássaros? Então este é o local para você. Se não, mas gosta de apreciar a natureza, é para você também. Uma das florestas menos danificadas do mundo está logo ali, na Guiana. Aproveite enquanto ainda é assim.

8. Paraguai – Areguá
Uma cidade conhecida por seus artesanatos, a 29km da capital paraguaia, Assunção. Fica na beira de um lago e foi construída aos moldes do colonialismo espanhol para abrigar famílias nobres da metrópole.

9. Peru – Lago Titicaca
Todos conhecem a existência do Lago Titicaca, mas existe uma maneira mais interessante de explorar a atração. É possível se hospedar na casa de um local e conhecer a rotina real de quem vive próximo ao lago mais navegável do mundo.

10. Suriname – Forte Zeelandia, Parimbo
Este forte foi construído no início do século XVII e tem muita história em suas paredes. O país foi descoberto por alemães, tomado por ingleses e o próprio forte foi construído por franceses. Depois de muitas guerras e algumas mudanças de nome, vale a pena entender um pouco mais sobre as guerras pelas quais o local sobreviveu.

11. Uruguai – Casapueblo, Punta del Este
Construída pelo artista plástico e arquiteto Carlos Páez Vilaró, esta vila tem um charme especial por parecer uma grande escultura. Dentro, há um museu, uma galeria de arte e o hotel Casapueblo. Apesar do difícil acesso para pessoas com locomoção limitada, vale a pena visitar em um horário que te permita ver o pôr-do-sol por lá tomando um café.

12. Venezuela – Parque Nacional Arquipélago Los Roques
Este parque nacional na Venezuela tem o maior parque marinho do Mar do Caribe – não, não fica em uma das ilhas mais famosas. Recifes de corais intocados e praias de areia clara e fina fazem parte da paisagem paradisíaca.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Dicas para fazer seu dolar valer mais

dólar
O dólar está nas alturas, mas é possível fazê-lo render um pouco mais.
Após uma ligeira queda na cotação, o dólar voltou a subir assustadoramente, frustrando quem planeja uma viagem ao exterior ou deseja adquirir produtos importados. Para quem decidiu viajar assim mesmo, a recomendação é economizar ao máximo e tomar algumas medidas especiais para fazer o dólar render mais. Hoje, trazemos algumas dessas dicas especiais, que serão muito úteis não só para quem vai aos Estados Unidos, mas também para qualquer país do mundo. Afinal de contas, o dólar é moeda aceita em todos os grandes centros turísticos.
Vale lembrar que as dicas também podem ser aplicadas para quem vai comprar euros, libras ou qualquer outra moeda forte. Anote tudo e se organize para fazer a sua viagem. Lembre-se: uma viagem bem planejada é uma viagem bem feita.
1) Confira o câmbio diariamente
No momento atual, o dólar está em alta. Mas a qualquer momento ele pode passar por um momento de queda brusca, estimulada justamente pela maior oferta no mercado. As oscilações podem ocorrer em um pequeno período de tempo. Portanto, é preciso acompanhar diariamente as cotações. Dessa forma, é mais fácil entender sua dinâmica e saber quando é o melhor momento para comprar ou vender a moeda.
2) Faça uma ‘poupança’ de dólar
dólar
É importante ter dinheiro guardado para quando a cotação do dólar cair
Se você já tem em mente uma viagem ao exterior, o melhor a fazer é começar a comprar dólar o quanto antes. Não deixe para quando comprar as passagens ou às vésperas da partida. Separe mensalmente uma determinada quantia em reais. Assim que a cotação baixar, compre dólares, mesmo que a data da viagem esteja distante. Guarde seus dólares e faça uma “poupança” com eles até o momento de viajar. Assim, caso a cotação volte a subir posteriormente, você já terá se prevenido.
3) Pesquise qual a melhor casa de câmbio
Embora exista uma cotação oficial do dólar, as casas de câmbio oferecem valores diferentes umas das outras. Por isso, vale pesquisar qual a que oferece o valor mais vantajoso pela moeda norte-americana. Quando mais dinheiro você levar, mais economia é possível fazer. Além disso, algumas operadoras oferecem pacotes especiais, promoções e até programas de fidelidade. Tudo isso pode ser levado em conta na hora de escolher com qual delas realizar o serviço.
4) Procure apenas casas de câmbio credenciadas
Em tempo de cotação alta, começam a pipocar anúncios de agências que vendem dólares a preços baixíssimos. À primeira vista, parece ser uma boa saída para gastar menos. No entanto, cuidado: essas agências miraculosas muitas vezes são ilegais, operando sem regulamentação alguma. E fazer negócios com empresas assim é geralmente arriscado. Apelar para o câmbio negro faz com que você não tenha nenhuma garantia do valor que está recebendo. E ao sair do país será difícil também provar a procedência do dinheiro que você estiver levando ao exterior. Ou seja: é encrenca na certa.
5) Fique de olho na restituição
dólar
Fique atento às lojas que permitem a restituição do imposto
Em vários países da Europa é possível fazer a restituição de impostos ao retornar ao Brasil. Assim, você recebe parte do que pagou na compra de alguns produtos. Nos EUA, o benefício está disponível nos estados da Louisiana (onde fica Nova Orleans) e Texas. Caso vá a uma dessas regiões, não deixe de pesquisar quais as lojas que permitem a restituição. Elas geralmente têm um selo com as palavras “Tax Free”. Nesses estabelecimentos você pode receber de volta o valor pago em tributos. Não se esqueça de solicitar a nota fiscal e também o documento de reembolso. Ambos deverão ser entregues na alfândega, antes de retornar ao Brasil.